8 de agosto – Olá e bem-vindo de volta à nossa coluna regular onde discutimos um pouco sobre os jogos que temos jogado. Nesta semana, Connor optou por Star Lord; Bertie embarcou na escola de demônios e Kelsey decidiu por uma grande caminhada. E você, no que tem se aventurado esta semana? Aliás, lembra-se do que estava jogando na semana passada? Não se preocupe! O arquivo do “O Que Temos Jogado” está aqui para refrescar sua memória.
Marvel Tokon: Fighting Souls, PS5
Os primeiros dias jogando qualquer jogo de luta são sobre encontrar o personagem certo. Tenho me dedicado a explorar o elenco e, no momento, estou com o Star Lord; algo sobre trocar tiros elementais no meio do combo realmente me diverte. O Duende Verde é complexo demais para mim; ainda não entendi o esquema do planador. Jogar online tem sido muito divertido. Confesso que desativei o crossplay para evitar confrontos com jogadores de PC. Mas estou ansioso para levar o jogo para um encontro local e ver como me saio! – Connor
Demonschool, Switch 2
Já fazia um tempo que eu queria jogar esse título; estava ansioso para ir à escola dos demônios. Tinha a sensação de que me divertir muito lá – um trocadilho diabólico. Demonschool é um jogo de RPG tático lançado no final do ano passado. O que me impressionou até agora é como é fácil de se envolver. Normalmente, não fico preso por muito tempo a jogos, mas com este foi diferente. Estou tentando entender o porquê. Grande parte disso vem da natureza animada do jogo, creio eu. Você é um estudante lutador e carismático chamado Faye, que vai para a Demonschool, um lugar não tão bom, mas em todo momento você está pronto para encarar o desafio. Há uma lição de vida aí.
O diálogo não é dublado, mas está recheado de carisma e energia, auxiliado por arte de personagens expressiva e colorida. Outra parte do apelo vem do sistema de combate baseado em grade, que me lembra bastante Fights in Tight Spaces, um jogo que adoro. É sobre posicionamento e mover os inimigos para encadear combos devastadores, como dizem as crianças (ninguém diz isso, Bertie). Esses elementos, combinados com a clareza e ritmo do jogo, tornam-no extremamente acessível. Até agora, tudo bem. Também tenho avançado aos poucos em Slay the Spire 2 e Hades 2, e instalei Grand Theft Auto 5 no PC, o que me deixou horrivelmente enjoado. É o movimento. Ainda assim, nauseante ou não, não há como negar o impacto desse jogo, mesmo após todos esses anos. Não há outro jogo que faça o que GTA faz. – Bertie
Big Walk, Nintendo Switch 2
Depois de anos apertando botões no meu controle Xbox em uma variedade de jogos, meu braço dominante resolveu se rebelar, causando-me desconforto, o que me impediu de jogar tanto quanto gostaria fora do trabalho. Dito isso, meu prontuário agora diz “gamer” e nada, nem mesmo as ordens do médico para relaxar, me impedirá de jogar um dos títulos mais aguardados do ano: Big Walk. Vou jogá-lo em pequenas doses, pois se há algo que sei fazer bem, é comprometer. Felizmente, Big Walk não é um jogo intenso que me faz apertar botões do controle desesperadamente.

É acolhedor, foca na comunicação entre amigos (e no caos que surge quando a comunicação falha), e tem uma trilha sonora encantadora que faz todos os neurônios do meu cérebro dançarem de alegria. Meu grupo ainda não avançou muito na nossa grande caminhada (como disse, pequenas doses são o caminho agora!), mas estou ansiosa para resolver mais quebra-cabeças táteis e ser carregada pela natureza por meus amigos. – Kelsey
Conclusão
Os jogos desta semana mostram a diversidade e riqueza do mundo dos games. Desde aventuras cósmicas com Star Lord até desafios táticos em Demonschool, passando por caminhadas relaxantes em Big Walk, há sempre um novo universo a explorar e experiências únicas a vivenciar. E você, que jogos têm te conquistado ultimamente?