Dele e Dela (His & Hers), o thriller psicológico que estreou na Netflix em dezembro de 2025, termina com uma reviravolta que deixa qualquer fã de suspense de queixo caído. Baseada no livro de Alice Feeney, a série mistura casamento tóxico, traumas do passado e vingança implacável em Atlanta, com Tessa Thompson e Jon Bernthal brilhando como ex-casal à beira do abismo. O que começa como uma perseguição entre detetive e jornalista vira um drama familiar devastador, perfeito para quem ama tramas como Big Little Lies ou Gone Girl.
Jack Harper, vivido por Jon Bernthal, é um detetive tenso e atormentado. Sua ex-mulher Anna, interpretada por Tessa Thompson, uma jornalista ambiciosa, volta a Atlanta quando uma mulher é assassinada no quintal deles. O divórcio recente veio após a perda traumática do filho do casal, e os assassinatos reacendem velhas feridas. Rachel Hopkins é a primeira vítima, mas Helen e Zoe seguem, criando uma teia de suspeitas que aponta para Jack — ou será que não?
A série alterna narrativas “dele” e “dela”, com capítulos curtos que constroem tensão. Anna investiga para salvar a carreira, enquanto Jack lida com a colega Priya Patel (Sunita Mani) e a irmã Zoe (Marin Ireland). Catherine, ou Lexy (Re Rittenhouse), surge como rival de Anna no jornalismo, mas carrega rancores da adolescência. Essa estrutura de flashbacks e perspectivas duplas lembra o ritmo viciante de The Undoing, onde segredos familiares explodem em cadeia.
O que torna His & Hers irresistível é o pano de fundo de bullying escolar e trauma não resolvido. Atlanta pulsa como personagem, com suas ruas quentes e memórias sufocantes, ecoando thrillers sulistas como Sharp Objects.
No episódio 5, Jack encontra Zoe morta na banheira, coberta de sangue disfarçado de banho de espuma. Anna descobre que Lexy é Catherine, vítima de bullying na escola, que matou a irmã por vingança infantil ao sabotar seu inalador. Anna liga para Jack, presa na casa de Lexy com o marido dela, Richard.
Jack enfrenta Priya, sujo de sangue da irmã, enquanto Anna luta com Richard e Lexy. Ela usa uma arma sem balas, esmaga Lexy contra a parede e quebra uma mesa de vidro em briga brutal. Jack chega, Priya atira de fora e mata Lexy, achando que Jack estava em perigo.
No amanhecer, Anna e Jack se reconectam. Ela revela o estupro na festa de 16 anos: Rachel, Helen e Zoe levaram Anna e Catherine para a floresta, onde homens as agrediram enquanto cantavam parabéns. Eles se beijam, prometendo criar a sobrinha Meg juntos.
Um ano depois, Anna está grávida, de volta ao emprego, família unida. Mas a narração volta — não de Anna, e sim da mãe dela, Alice (Crystal Fox). Alice viu fitas antigas da festa de 16 anos e descobriu o estupro. Enlouquecida de raiva materna, ela vira serial killer: mata Rachel para trazer Anna de volta, Helen para mantê-la, Zoe para dar neta a Jack.
“Ninguém espera que uma avó seja serial killer”, diz Alice na carta. Ela planejou tudo, invisível pela idade. Catherine ia para prisão, mas Priya a mata. O final mostra Anna e Alice trocando olhares cúmplices, com a família alheia.
Essa torção genial subverte expectativas: o título His & Hers esconde “hers” como a mãe vingadora. Alice justifica: “Matar Rachel te trouxe pra casa, Helen te manteve, Zoe te deu família”.
His & Hers explora como traumas silenciam vítimas. Anna reprimiu o estupro por lealdade a Zoe (irmã de Jack), mas Alice age onde filhas não podem. O bullying de Catherine vira ciclo de violência, questionando justiça vs. retaliação — tema quente em séries como Maid ou Euphoria.
O maternal é central: perda do bebê une Jack e Anna, vingança de Alice redime. Comparado a animes como Revenge ou games como The Last of Us, onde mães/protetores destroem mundos por filhos. Feeney, autora, adora twists maternos, como em Sometimes People Die.
Críticas elogiam atuações: Thompson carrega ambiguidade, Bernthal vulnerabilidade, Fox rouba o show. Netflix acerta no suspense lento, com 6 episódios ideais para binge.
Em um ano de thrillers como The Perfect Couple, His & Hers destaca por frescor: avó killer é inédito. Fãs de cultura pop veem ecos de Hitchcock em duplas narrativas. No Brasil, rende debates sobre violência doméstica e impunidade.
Sequência? Alice livre sugere mais caos familiar. Perfeito para quem curte finais abertos como Yellowjackets.
Vale cada minuto — um lembrete de que amor maternal pode ser o maior plot twist.
Descubra as melhores trilhas sonoras de blockbusters de 2026 e as promessas que estão por…
Kang Sujin, prima da cantora Seulgi do Red Velvet, faleceu de forma repentina, deixando fãs…
BIGBANG anuncia turnê mundial em 2026 com paradas em diversas cidades. Fique por dentro das…
Shoya Chiba lança o clipe de 'Rakimeke', faixa principal do EP 'Invention', com lançamento marcado…
Simulei a Copa do Mundo de 2026 com EA Sports FC 26 e os resultados…
Tim Allen fala sobre os problemas que impedem o reboot de Home Improvement, revelando complicações…