Japão Exigirá Autorização Eletrônica de Entrada para Portugueses a partir de 2028
O que é o Sistema JESTA?
A partir de 2028, turistas de países isentos de visto, como Portugal e Brasil, precisarão de uma autorização eletrônica para visitar o Japão. Este novo sistema, chamado de JESTA (Japan Electronic System for Travel Authorization), foi anunciado pela primeira-ministra Sanae Takaichi.
Como Funciona o JESTA?
O JESTA funcionará de maneira semelhante ao ESTA dos EUA e o ETA do Reino Unido. Turistas planejando uma estadia de até 90 dias deverão preencher um formulário online com dados como número do passaporte, local de hospedagem, duração e objetivo da visita. Sem a aprovação, companhias aéreas poderão recusar o embarque.
Impacto da Mudança
, 71 países e territórios, incluindo o Brasil, Portugal, Alemanha, França e Estados Unidos, serão impactados pela nova exigência do JESTA. Embora o valor da taxa ainda não tenha sido anunciado, estimativas indicam que pode variar entre 1.500 e 3.000 ienes (aproximadamente 9 a 20 euros).
Por que a Mudança foi Acelerada?
A decisão de implementar o JESTA antes do esperado, em 2028, foi motivada pelo aumento exponencial do turismo no Japão. Em 2024, o país recebeu um número recorde de 36,9 milhões de visitantes, em parte devido à desvalorização do iene, que tornou o destino mais acessível para estrangeiros.
Desafios do Turismo em Massa
O turismo em massa gerou tensões em cidades japonesas, com problemas de congestionamento e pressões sobre infraestruturas locais. O ministro da Justiça, Keisuke Suzuki, destacou a urgência de acelerar os procedimentos de imigração em resposta a essas questões.
Como Isso Afeta os Viajantes?
O JESTA não é um visto e não afetará pessoas que já precisam de visto para entrar no Japão. O processo será rápido e digital, com aprovações esperadas em poucas horas, facilitando a vida dos turistas que desejam visitar o Japão.
Resumo
Com o JESTA, o Japão busca controlar melhor o fluxo de turistas, garantindo segurança e eficiência no processo de entrada no país. Viajantes de países como Portugal e Brasil devem se preparar para essa nova exigência a partir de 2028.









