O renomado estúdio de anime WIT Studio, conhecido por criar sucessos como Attack on Titan e pela nova versão de One Piece, recentemente se viu em apuros com seus próprios fãs. O motivo? O uso de IA generativa na sequência de abertura (OP) do anime Ascendance of a Bookworm, lançado no início de abril. A reação foi rápida e negativa, com críticas direcionadas às distorções percebidas na animação. Em resposta, o estúdio emitiu um pedido de desculpas e decidiu substituir a abertura por uma versão “completa”.
O uso de tecnologia de inteligência artificial na indústria de anime não é uma novidade. No final de 2025, a Amazon tentou acelerar a produção de dublagens de animes como Banana Fish e Vinland Saga utilizando IA, mas a qualidade inferior das traduções forçou a empresa a voltar atrás. Embora os erros tenham sido corrigidos, a Amazon não desistiu de explorar essa tecnologia.
Em 2025, a Toei Animation, responsável por clássicos como One Piece e Dragon Ball, anunciou um plano de 10 anos com um investimento de 100 bilhões de ienes (aproximadamente 650 milhões de dólares) para ampliar sua presença global. Um dos pilares desse plano é a adoção de tecnologias de ponta, como IA, VR e AR. Embora muitos fãs tenham expressado preocupações, a meta de triplicar a criação de IPs é o verdadeiro desafio, considerando o tempo tradicionalmente longo de produção de séries animadas.
O WIT Studio não é o único a enfrentar pressão para lançar conteúdo de forma consistente. Com a demanda por anime em alta, o uso de IA parece quase inevitável. Em 2025, o estúdio relatou uma perda de 170 milhões de ienes, o que torna a inovação tecnológica uma opção atraente para equilibrar as contas. No entanto, a introdução de IA no processo criativo levanta preocupações sobre a qualidade e a autenticidade das produções.
A introdução de inteligência artificial na produção de anime é uma faca de dois gumes. Enquanto promete acelerar processos e reduzir custos, também traz desafios significativos em termos de qualidade e ética de trabalho. O caso do WIT Studio é um exemplo de como a indústria está tateando esse novo terreno. A história certamente não termina aqui, e a interação entre tecnologia e criatividade continuará a evoluir.
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