A chegada dos VIPs Round 6 na terceira temporada trouxe uma nova leva de personagens misteriosos e excêntricos para o universo da série, reacendendo debates entre os fãs sobre as escolhas do elenco e o impacto dessas figuras enigmáticas na trama. Com a popularidade global de Squid Game em alta, muitos esperavam grandes nomes de Hollywood, mas a produção surpreendeu ao seguir um caminho diferente, apostando em rostos menos conhecidos e mantendo a atmosfera peculiar que marcou a primeira temporada.
A introdução dos atores VIPs em Round 6 nesta nova fase foi marcada por uma decisão criativa ousada do diretor Hwang Dong-hyuk. Apesar do sucesso internacional da série, ele optou por não escalar celebridades ou astros do cinema para interpretar os novos VIPs. Em vez disso, a escolha recaiu sobre cinco nomes relativamente desconhecidos do grande público: David Sayers, Jane Wong, Bryan Bucco, Jordan Lambertoni e Kevin Yorn.
Essa estratégia garantiu uma continuidade estética e narrativa, já que as atuações dos VIPs continuam com o mesmo tom excêntrico e desconectado que chamou atenção na primeira temporada. O próprio diretor buscou preservar a sensação de estranheza e desconforto, elementos que se tornaram assinatura dos personagens mascarados que assistem aos jogos de forma impiedosa e distante.
Entre os novos rostos, David Sayers se destaca por sua experiência no teatro britânico e participações em filmes independentes, enquanto Jane Wong representa a única VIP feminina da temporada, trazendo consigo uma bagagem de dramas policiais em Hong Kong. Bryan Bucco e Jordan Lambertoni agregam diversidade ao grupo, ambos com vivência internacional e domínio do idioma coreano, o que contribui para a dinâmica multicultural dos VIPs. Por fim, Kevin Yorn, advogado de entretenimento, surpreende ao fazer sua estreia como ator na produção, reforçando o clima inusitado que cerca esse seleto grupo.
A escolha de atores menos conhecidos para interpretar os VIPs Round 6 na terceira temporada não foi apenas uma decisão estética, mas também uma resposta às críticas recebidas anteriormente. Na primeira temporada, muitos espectadores comentaram sobre a atuação dos VIPs, que soava artificial e fora de sintonia com o restante do elenco. O ator John D Michaels, que viveu um dos VIPs originais, explicou em entrevista que os diálogos eram frequentemente traduzidos por pessoas não nativas, o que prejudicava a naturalidade das falas. Além disso, o uso de máscaras pesadas e a distância entre os atores no set dificultavam a interação e a expressividade.
Daniel C Kennedy, outro VIP da primeira temporada, revelou que todos precisavam projetar suas vozes no vazio, já que estavam separados por vários metros, o que contribuía para o tom estranho das cenas. Esses desafios de bastidores podem ter persistido na terceira temporada, já que a proposta visual e a dinâmica dos VIPs permanecem semelhantes. Ainda assim, a produção apostou na consistência, mantendo o clima surreal e desconfortável que tornou os VIPs tão icônicos.
A decisão de não investir em grandes estrelas internacionais para os VIPs Round 6 na terceira temporada dividiu opiniões. Por um lado, alguns fãs sentem falta de nomes de peso que poderiam agregar ainda mais visibilidade à série. Por outro, há quem valorize a continuidade e a fidelidade ao estilo original, que aposta em performances propositalmente exageradas e caricatas para destacar o contraste entre os VIPs e os jogadores.
A presença de profissionais com diferentes nacionalidades e experiências culturais também reforça o caráter global da competição fictícia, refletindo o alcance mundial de Squid Game e sua crítica social sobre desigualdade, poder e entretenimento extremo.
Conheça um pouco mais sobre os intérpretes dos VIPs que movimentam a terceira temporada de Squid Game:
As cenas dos VIPs sempre foram marcadas por uma atmosfera de luxo decadente e desconexão emocional. Na terceira temporada, a produção manteve o padrão visual, com máscaras elaboradas e cenários grandiosos, reforçando a sensação de espetáculo grotesco que permeia os jogos finais.
Assim como nas temporadas anteriores, os atores enfrentaram desafios técnicos, como a necessidade de projetar as falas através das máscaras e a distância física entre os personagens. Esses elementos, longe de prejudicar, acabam contribuindo para a aura surreal dos VIPs, tornando-os figuras quase teatrais dentro do universo de Squid Game.
Os VIPs Round 6 na terceira temporada continuam exercendo um papel fundamental na narrativa, representando a elite global que consome o sofrimento alheio como entretenimento. Suas atitudes frias e desumanas servem como crítica direta ao voyeurismo e à desigualdade social, temas centrais da série.
A escolha de manter o grupo com atores menos conhecidos reforça o simbolismo dos VIPs como figuras anônimas e distantes, mais interessadas no espetáculo do que na humanidade dos participantes. Essa decisão narrativa aprofunda a crítica social proposta por Hwang Dong-hyuk e mantém o tom provocativo que conquistou o público mundial.
Com o sucesso da terceira temporada, cresce a curiosidade sobre o destino dos VIPs e possíveis novas adições ao grupo em futuras temporadas. A série segue surpreendendo ao desafiar expectativas e explorar diferentes nuances desses personagens, mantendo o público atento a cada detalhe.
A aposta em um elenco diversificado e performances marcantes promete alimentar debates e teorias entre fãs, consolidando os VIPs como elementos indispensáveis para a atmosfera única de Squid Game.
A chegada dos novos VIPs Round 6 terceira temporada reafirma o compromisso da série com a originalidade e a crítica social, apostando em um elenco pouco convencional para manter a essência perturbadora e instigante dos jogos. Com atuações que dividem opiniões e bastidores repletos de curiosidades, os VIPs seguem como peças-chave na trama, despertando discussões e expectativas a cada episódio. E para você, qual VIP mais chamou atenção nesta temporada? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe do debate!
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