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O cachorro de Good Boy morre no filme? O que já dá para saber

Quem ama terror e ama cães vive um dilema: assistir ou não a um filme em que o pet corre perigo real? Com Good Boy, novo lançamento da IFC Films, essa ansiedade explodiu — e as buscas por “o cachorro morre em Good Boy?” dispararam após o trailer oficial, como destacou o Discussing Film ao notar o salto nas pesquisas desde a divulgação do vídeo. A proposta do longa é diferente: contar uma história de casa mal-assombrada a partir da perspectiva de um cão, o Indy, o que naturalmente aumenta a tensão e a empatia de quem assiste.

A própria crítica do Bloody Disgusting já havia observado isso na prévia de março: narrar tudo pelos olhos do “melhor amigo do homem” cria um estado constante de apreensão pelo bem-estar do bichinho. E é por isso que, excepcionalmente, o site decidiu responder à pergunta que não quer calar — com um alerta claro de spoiler — para quem precisa dessa informação antes de comprar o ingresso.

Antes de avançar: Good Boy estreia nos cinemas em 3 de outubro (distribuição da Independent Film Company).

O que o filme promete (sem rodeios)

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Good Boy acompanha Indy e seu humano, Todd, que saem da cidade para uma antiga casa de família no interior. Logo de cara, duas coisas ficam claras: Indy desconfia da casa; e seu amor por Todd é inabalável. A partir da mudança, o cão passa a notar cantos “vazios” que não estão vazios, rastrear presenças invisíveis, receber “avisos” fantasmagóricos de um cão que morreu ali e reviver ecos da morte sinistra do antigo morador. Quando as forças escuras começam a afetar Todd, Indy precisa enfrentar uma malevolência decidida a arrastar seu dono para o outro lado.

O filme é a estreia de Ben Leonberg na direção de longas (roteiro coescrito com Alex Cannon) e tem no elenco o próprio Indy — cão da vida real de Leonberg — além de nomes queridos do terror independente, como Larry Fessenden, Shane Jensen e Arielle Friedman.

Por que a pergunta “o cachorro de Good Boy morre no filme?” mexe tanto com a audiência

  • O trailer deixa claro que Indy está em perigo, e isso faz até fãs calejados de horror hesitarem em assistir para evitar sofrimento animal na tela.
  • A reação online virou “serviço público”: de X a fóruns, muita gente quer o spoiler específico para decidir se encara o filme — algo que o Bloody Disgusting reconhece e atende, excepcionalmente, neste caso.
  • A crítica ressalta: quando a história é contada pela ótica do cão, a tensão dobra — o público sente cada suspiro, cada choro baixinho, cada canto escuro com olhos de cachorro.

E então… o Indy morre?

O Bloody Disgusting organizou a resposta em um bloco protegido por spoiler — uma forma de respeitar quem quer descobrir na sala de cinema — mas a pauta central do texto é justamente aliviar (ou confirmar) a aflição de quem evita filmes com morte de animais. Outros veículos que cobriram as exibições e o buzz do trailer afirmam que Indy não morre, citando a tensão como motor da narrativa, não como punição ao personagem canino; reforçam, porém, que o caminho é emocionalmente pesado e envolve luto, doença e assombrações que já vitimaram outro cão naquela casa.

Se a decisão de assistir depende unicamente da segurança do pet, as sinalizações atuais indicam que os amantes de cães podem respirar — ainda que o filme aperte o coração em vários momentos.

Camadas temáticas: medo canino, luto humano

Good Boy usa uma “regra” simples do gênero para explorar algo mais íntimo: como é apavorante, para um cão, ver seu mundo virar de cabeça para baixo sem conseguir “explicar” ao humano o que está acontecendo. A doença de Todd e a mudança para a casa do avô — que carrega um passado trágico — estruturam o luto e a desorientação. Indy vê, sente e alerta; Todd, fragilizado, não percebe os sinais, e essa fricção alimenta a escalada sobrenatural.

Curiosidade de bastidor

Dirigir um filme cujo protagonista é um cão exige paciência e método. Leonberg trabalhou anos com Indy para capturar reações naturais e sustentar a narrativa do ponto de vista do pet — um desafio de linguagem que o filme abraça do início ao fim.

Vale a pena ver no cinema?

Para quem busca um terror focado em atmosfera, vínculo afetivo e a perspectiva inusitada de um cão, Good Boy promete uma experiência diferente, emotiva e tensa — daquelas que pedem uma coberta, luz apagada e, quem sabe, um carinho no seu próprio “good boy” depois da sessão.

Ficha rápida

  • Estreia nos cinemas: 3 de outubro
  • Direção/roteiro: Ben Leonberg (co-roteiro de Alex Cannon)
  • Elenco: Indy (o cão), Larry Fessenden, Shane Jensen, Arielle Friedman
  • Premissa: casa mal-assombrada do ponto de vista do cão

Conclusão

Se a grande questão é “vou precisar ver um cão morrer?”, os sinais públicos até agora apontam que não — embora o filme pegue pesado no suspense e na comoção. Para quem evita gatilhos com animais, essa informação pode ser o empurrão necessário para dar uma chance a Good Boy. E, se for assistir, leve lenços: amor e lealdade canina costumam deixar marcas — mesmo quando o susto passa.

Acelino Silva

Sou um amante de séries, filmes, games, doramas, k-pop, animes e tudo relacionado a cultura pop, nerd e geek.

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