Novo Resident Evil promete horror autêntico e fiel | Games
Fãs de Resident Evil costumam ficar apreensivos quando sua querida série de jogos é adaptada para outras mídias. Com sete filmes live-action já lançados, a franquia tem gerado resultados variados. As produções de Paul W. S. Anderson, estreladas por Milla Jovovich, adaptaram apenas os elementos mais superficiais dos jogos para um gênero de ação distinto. Já o reboot de 2021, Resident Evil: Welcome to Raccoon City, tentou ser fiel aos jogos, mas falhou em contar uma história envolvente.
Para Zach Cregger, o segredo de uma boa adaptação de Resident Evil não reside em referências ocultas ou originalidade, mas sim em compreender o ritmo da narrativa. “Para mim, o mais importante para fazer uma história de Resident Evil é o tom e o ritmo”, disse ele ao Deadline. “É como uma progressão lenta, cada vez mais profunda no inferno. No primeiro ato do filme, ele está rastejando na escuridão e, em certo ponto, ele está correndo pela vida.”
A nova abordagem de Cregger, conforme demonstrado no trailer, não ignora elementos icônicos dos jogos. O filme se passa durante os eventos dos jogos de 1998/99, Resident Evil 2 e Resident Evil 3, mas não se cruza com os personagens principais dessas entradas. Em vez disso, segue um entregador médico chamado Bryan (Austin Abrams), que aceita uma missão perigosa para um hospital em Raccoon City, o epicentro do surto.
A jornada de Bryan é interrompida após uma discussão tensa com sua namorada, resultando em um acidente. A partir daí, ele deve enfrentar a situação sozinho, que para ele é desconhecida. Os fãs reconhecerão vários elementos no trailer, como uma máquina de escrever característica e uma espingarda descarregada. A busca de Bryan por munição, mesmo quando encontra, é desesperadora.
Apesar do burburinho inicial comparando o filme a Mad Max: Fury Road, Cregger enfatiza que Resident Evil é um horror de sobrevivência, não de ação. “Não é um filme de ação”, esclarece. “Ele não é um badass que sai por aí dando chutes de karatê nos zumbis. É mais uma sensação intensa de pavor, tom e atmosfera. Uma das coisas que os jogos fazem tão bem é criar uma atmosfera tão distinta e eficaz.”
O público terá que esperar até 18 de setembro de 2026 para descobrir exatamente que horrores Resident Evil nos reserva nos cinemas. No entanto, como Cregger observa, a antecipação é tão importante para a franquia quanto os próprios zumbis.
Resident Evil continua a desafiar as expectativas com sua adaptação cinematográfica mais recente. Zach Cregger promete um retorno às raízes do horror de sobrevivência, focando no tom e na atmosfera que fizeram dos jogos um sucesso. Com uma nova história situada em um cenário familiar, os fãs esperam ansiosos para ver se esta adaptação finalmente capturará a essência do que torna Resident Evil tão amado.
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