Quando a Team Ninja anunciou Nioh 3 como seu próximo projeto, a expectativa imediatamente disparou entre os fãs de jogos de ação. No entanto, essa empolgação foi um pouco ofuscada pela revelação do design de níveis “abertos” do jogo. O gênero de mundo aberto já não é mais uma novidade para mim, e eu temia que Nioh 3 seguisse o mesmo caminho de Rise of the Ronin, que, embora interessante, não conseguiu explorar totalmente seu potencial.
A escolha da Team Ninja de classificar o jogo como um “campo aberto” em vez de “mundo aberto” é significativa. O cenário de Nioh 3 é composto por grandes mapas, divididos em regiões menores, que oferecem rotas variadas para os jogadores. Essas regiões são, na verdade, um conjunto de níveis cuidadosamente projetados, permitindo uma jogabilidade mais dinâmica.
O sistema de viagem rápida está presente, mas a proposta do jogo é que os jogadores explorem cada região antes de utilizá-la, o que enriquece a experiência.
Um dos destaques de Nioh 3 é a possibilidade de alternar entre dois estilos de combate a qualquer momento: Ninja e Samurai. Essa mecânica permite que os jogadores personalizem equipamentos e armas para cada personagem, criando builds distintas.
A Team Ninja também trouxe de volta características de jogos anteriores, como o sistema de auto-equipamento de Stranger of Paradise, agora mais refinado e adaptável às preferências do jogador.
Inspirado por Wo Long: Fallen Dynasty, Nioh 3 introduz um sistema de classificação de exploração para cada região. À medida que os jogadores se envolvem em diversas atividades, essa classificação aumenta, revelando detalhes do mapa e proporcionando bônus de combate.
Infelizmente, a narrativa de Nioh 3 é um ponto fraco. Embora a estrutura temporal que abrange quatro eras do Japão seja intrigante, a história em si, centrada nas sempre presentes Spirit Stones, parece datada e pouco inspiradora.
A campanha é dividida em várias eras, o que permite a variedade de mapas, mas não oculta a falta de profundidade na trama.
Nioh 3 é uma obra que, apesar de alguns momentos frustrantes, como a dificuldade dos chefes e questões de design de níveis, brilha na sua essência. O jogo mantém a aclamada jogabilidade da série, oferecendo profundidade mecânica e diversidade de builds, enquanto evolui e se reinventa.
Com mais de 45 horas de jogo, Nioh 3 se apresenta como uma experiência sólida, que respeita suas raízes, mas também se atreve a inovar. É uma realização notável da Team Ninja, que confia na habilidade dos jogadores para explorar e dominar cada aspecto dessa nova aventura.
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