Durante quatro longas décadas, fãs da Nintendo têm se intrigado com o enigma de orelhas pontudas que é Link. Este herói dos jogos Legend of Zelda é conhecido por ser um homem (ou seria um Hylian?) de poucas palavras. Uma das raras vezes que ouvimos Link falar foi na série animada de 1989, onde seu bordão era um tanto quanto arrogante: “Excuuuuse me, Princess!” dito para Zelda com um tom snob. Recentemente, o diretor de arte de Majora’s Mask, Takaya Imamura, compartilhou suas opiniões sobre esse debate antigo. E, para surpresa de muitos, ele é contra o falatório.
O debate sobre Link falar ou não é quase tão antigo quanto a própria franquia. A ideia de um herói silencioso tem suas razões. Takaya Imamura acredita que o silêncio de Link contribui para a imersão do jogador, permitindo que ele se projete no personagem e viva a aventura de maneira mais pessoal.
Link não falar oferece uma série de vantagens, tanto para jogadores quanto para desenvolvedores:
Link se tornou um ícone cultural justamente por sua ausência de palavras. Muitos fãs argumentam que dar uma voz a Link retiraria parte do charme e da mística que cercam o personagem. Sem palavras, ele se torna um canvas em branco onde cada jogador pode desenhar sua própria interpretação.
Enquanto o debate sobre Link falar ou não continua, é claro que seu silêncio tem um propósito bem definido. Ele não apenas fortalece a conexão emocional entre jogador e personagem, mas também mantém a essência do Legend of Zelda intacta. Como disse Imamura, há um certo poder em deixar algumas coisas não ditas, e talvez seja exatamente isso que torna Link um herói atemporal.
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