Alerta de spoilers: se você ainda não assistiu “Pânico 7” e quer se surpreender, é melhor parar por aqui. Vamos direto ao ponto: Sidney Prescott, interpretada por Neve Campbell, não morre em “Pânico 7”. De fato, a própria narrativa do filme sugere que uma versão de “Pânico” sem Sidney não seria realmente “Pânico”. Apesar de Sidney e Campbell serem partes essenciais da franquia, essa ideia pode parecer um tanto desmerecedora para os dois filmes anteriores, que introduziram novos protagonistas conhecidos como o “Core Four”.
Com a saída de Melissa Barrera e Jenna Ortega, apenas dois desses personagens aparecem neste filme. Não há muitos personagens legados para preencher esse vazio, restando apenas Sidney e Gale Weathers (Courtney Cox). Assim, a sobrevivência de Sidney é praticamente garantida.
A trama de “Pânico 7” se desenrola principalmente em Pine Grove, Indiana, onde Sidney vive com seu marido, o chefe de polícia Mark (Joel McHale), e sua filha adolescente, Tatum (Isabel May). Após um ataque inicial de um Ghostface, amigos de Tatum, incluindo Hannah (Mckenna Grace), são mortos. Gale, Mindy (Jasmin Savoy Brown) e Chad (Mason Gooding) conseguem eliminar o assassino com um carro, revelando-o como Karl Gibbs (Kraig Drake), um paciente fugitivo de uma instituição mental.
Com dois Ghostfaces ainda à solta, as suspeitas são reduzidas. Mark é atacado e incapacitado, e amigos de Tatum como Chloe (Celeste O’Connor), Lucas (Asa Germann) — filho de Jessica — e Ben (Sam Rechner) são mortos. Sidney é torturada com recriações de IA de antigos assassinos Ghostface. Finalmente, Jessica e Marco são desmascarados, revelando seu plano maligno.
Nas obras anteriores, “Pânico” abordava o impacto dos filmes de terror, enquanto “Pânico 2022” e “Pânico VI” exploravam os efeitos do fandom tóxico. “Pânico 7” continua essa temática de maneira mais específica, com Jessica buscando punir Sidney por tentar seguir em frente. A ausência de Neve Campbell no filme anterior devido a disputas contratuais é refletida na trama, sugerindo que Sidney é essencial para a franquia, semelhante à relação de Jamie Lee Curtis com “Halloween”.
Apesar da dedicação de Campbell, a franquia pode parecer presa a Sidney. A série já tentou deixá-la em paz várias vezes, especialmente ao final de “Pânico 3”. “Pânico 7” levanta Tatum como possível sucessora, mas não a posiciona como tal. A narrativa sugere que Sidney é a essência da série, mas para uma franquia com 30 anos, talvez seja hora de considerar novos protagonistas.
Essa questão está no cerne de “Pânico 7”, que parece responder com um “talvez”. Embora exalte Sidney e Campbell, o filme também rejeita a nostalgia exagerada. Com participações de antigos assassinos e vítimas através da IA, a obra questiona se os heróis e vilões do passado devem descansar. “Pânico 7” pode ser visto como uma despedida definitiva a Sidney, mas também deixa em aberto a possibilidade de seu retorno.
O futuro da série é incerto. Pode seguir em frente com novos personagens como Tatum ou retornar a Sidney. O que é certo é que a franquia deve ter cuidado para não perder sua essência original. Como diria a própria Sidney: não mexa com o original.
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