“Doom: The Dark Ages” já está entre nós, mergulhando os jogadores em uma estética tecno-medieval intensa e rica em detalhes. Seja você um veterano da série ou um curioso sobre a história, entender o final do jogo pode enriquecer ainda mais sua experiência.
O jogo serve como um prelúdio para os aclamados “Doom (2016)” e “Doom Eternal”, revelando as origens do Doom Slayer. “The Dark Ages” explora o passado do protagonista durante a guerra entre os Night Sentinels de Argent D’Nur e as forças demoníacas do Inferno, que buscam o Heart of Argent. Para detê-los, os Maykrs enviam o Doom Slayer para o campo de batalha.
Inicialmente, o Slayer é controlado pelos Maykrs, seres poderosos que usam um dispositivo chamado Tether para suprimir sua vontade. No entanto, ele se liberta ao derrotar o chefe The Old One.
Com a escalada da guerra contra os Sentinels, o príncipe Ahzrak, líder do Inferno e chefe final do jogo, inicia sua própria campanha para obter o Heart of Argent. Ele descobre que a verdadeira fonte de poder do artefato está escondida em Commander Thira, que carrega a alma de Wraith. Ahzrak a captura e, com a traição de Kreed Maykr, começa a usar sua alma para fortalecer o Heart.
O confronto final se desenrola em múltiplas batalhas contra Ahzrak. Após derrotá-lo diversas vezes, uma cutscene revela o momento em que Thira é libertada, enfraquecendo o ímpeto do Inferno. Contudo, Ahzrak ainda está vivo, levando a um último confronto na dimensão infernal contra o príncipe e a Witch.
Após derrotar Ahzrak e a Witch, a cena final mostra Thira e sua equipe de Sentinels cercados por um exército de demônios. Em um momento decisivo, o Slayer arremessa a cabeça decapitada de Ahzrak, pondo fim à guerra.
No rescaldo, os Maykrs desaprovam as ações de Kreed Maykr, mas o dano está feito. Thira exorta os Sentinels a confiarem apenas em si mesmos. O Doom Slayer, agora totalmente livre, mas não satisfeito, toma a nave de Kreed para continuar sua jornada solitária contra o Inferno, preparando o terreno para “Doom (2016)”.
Ao contrário do que alguns poderiam esperar, “Doom: The Dark Ages” não termina com o Slayer preso em um sarcófago. Essa decisão abre caminho para futuras histórias na era medieval de Doom. Hugo Martin, diretor do jogo, revelou que há planos para DLCs e outras expansões que continuarão a explorar esse período.
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