Amor. É emocionante e novo, como Jack Jones canta em cada episódio de “The Love Boat”. Jones, com suas seis experiências matrimoniais, sabia do que falava. Já o artista pop alemão Haddaway questiona o que é amor com “Baby, don’t hurt me.. no more”, uma definição intrigante, mas pouco esclarecedora. Sammy Hagar, em sua fase de conselheiro roqueiro, reflete: “Como sei quando é amor?” Sua resposta? “Não posso te dizer, mas dura para sempre.” Não é exatamente a explicação mais prática.
Para explorar o verdadeiro significado do amor, poderíamos recorrer a Shakespeare, John Keats ou até mesmo ao cinema, onde comédias românticas frequentemente mostram encontros adoráveis que levam ao amor verdadeiro. Mas se a intenção é examinar a ideia de almas gêmeas, “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, de Michel Gondry e Charlie Kaufman, oferece uma perspectiva melancolicamente recompensadora. Seguindo essa linha, “Fingernails”, de Christos Nikou, disponível na Apple TV, propõe um cenário semelhante de ficção científica.
“Fingernails” se passa anos após a primeira rodada de testes de compatibilidade amorosa, que resultou em um aumento de divórcios. Inabalável, o cientista Duncan (interpretado por Luke Wilson) inaugura o Instituto do Amor, acreditando ter aperfeiçoado o processo. Ele contrata Anna (Jessie Buckley) e Amir (Riz Ahmed), que já passaram pelo teste individualmente, para ajudar seus clientes a fortalecerem seus relacionamentos antes do exame.
No entanto, ao trabalharem juntos, Amir começa a nutrir sentimentos por Anna, levantando a pergunta: é possível ter duas almas gêmeas? Anna, que passou no teste com seu namorado Ryan (Jeremy Allen White), começa a questionar se seus sentimentos por Amir são românticos. Sem revelar o desfecho, é de se esperar que um filme com um coração romântico questione a eficácia da ciência em resolver questões do coração.
“Fingernails” não se iguala a “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, mas tem seu charme. A química entre Buckley e Ahmed é um dos pontos altos, sendo uma parceria que mereceria ser repetida no futuro, especialmente após Buckley ganhar seu Oscar por “Hamnet”.
Será que “Fingernails” oferece uma resposta definitiva sobre a natureza do amor? Isso, eu não posso afirmar, mas sua duração de 113 minutos certamente garante uma reflexão intrigante sobre o tema. Talvez agora seja o momento ideal para que essa obra encontre seu público e receba o reconhecimento que merece.
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