Em um mundo onde a geração de código automatizada está em alta, a EY encontrou um caminho inovador para não apenas acelerar o desenvolvimento, mas também garantir a qualidade e a conformidade do código produzido. Com um aumento impressionante de produtividade entre 4 a 5 vezes, a empresa estabeleceu um novo padrão ao integrar agentes de codificação aos seus padrões de engenharia e repositórios de código.
O CTO de Engenharia Global da EY, Stephen Newman, destacou que o progresso não veio apenas da implementação de ferramentas. Foram necessários 18 a 24 meses para construir uma base cultural e técnica que permitisse a codificação semi-autônoma em larga escala. A adoção da IA foi feita de forma orgânica, permitindo que os engenheiros se familiarizassem naturalmente com as novas tecnologias, como ferramentas ao estilo GitHub Copilot.
Para realmente desbloquear o potencial dos agentes de codificação, foi necessário conectar essas ferramentas aos repositórios de código da EY e seus padrões de engenharia. Sem esse “universo de contexto”, como Newman descreve, o código gerado era genérico e exigia retrabalho significativo.
A EY avaliou várias plataformas de agentes, incluindo Lovable, Replit e Droids baseados em IDE da Factory. Em vez de impor uma ferramenta, a empresa analisou a adoção e produtividade de todas. Os desenvolvedores mostraram preferência pela Factory, indicando seu valor real.
Com o entusiasmo crescente, a EY percebeu a necessidade de disciplinar quais cargas de trabalho seriam delegadas aos agentes. As tarefas foram divididas em duas categorias:
Os papéis dos desenvolvedores também mudaram. Eles passaram a ser orquestradores, direcionando agentes para os bancos de dados e repositórios corretos. Com as devidas proteções de segurança e integração completa nos repositórios de código, os ganhos de eficiência variaram de 15% a 60% nas fases iniciais de adoção.
Stephen Newman reconhece que os ganhos de produtividade não se devem apenas aos agentes de codificação. Eles são fruto de uma combinação de tentativa e erro com mudanças culturais e comportamentais nas equipes de desenvolvimento. A EY não apenas acelerou seu processo de desenvolvimento, mas também transformou a maneira como seus engenheiros trabalham, criando um modelo de desenvolvimento de horizonte com execução de agentes semi-autônomos em escala.
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