Dawn M. Bennett: A premissa é insana, assim como o primeiro episódio. Adoro ter esse herói imperfeito para torcer, alguém que, apesar de ter o mundo contra ele, mostra ser uma boa pessoa. Não há como não torcer para que as coisas deem certo para ele. Emi Lo: Adoro como nada é o que parece. Os heróis são criminosos, as deusas são armas e não objetos de adoração. O episódio inicial é um espetáculo de animação que termina com sua sentença, e isso realmente me deixou ansiosa para continuar assistindo.
Dawn M. Bennett: Com Kivia, queria representar alguém firme, mas capaz de mudar de opinião. Ela é calorosa e compreensiva, embora sempre busque fazer o que é certo. Emi Lo: Para Teoritta, trabalhamos o equilíbrio entre sua postura de deusa poderosa e sua natureza inocente e brilhante. Não queria que ela soasse infantil, mas sim ingênua e luminosa.
Emi Lo: Para as cenas de introdução, buscamos um modo de falar mais formal, lembrando as deusas exaltadas. Jogamos com a linguagem para que houvesse uma divisão clara entre sua faceta poderosa e seus momentos de verdadeira inocência.
Dawn M. Bennett: Para interpretar Kivia, ajusto minha postura e falo de forma que transmita ressonância, mas também um toque de calor. Em situações simuladas, sua voz muda para um tom mais alto, refletindo seu desconforto.
Dawn M. Bennett: Em cenas de ação, é importante incorporar a fisicalidade, mesmo que isso signifique evitar o microfone (risos). Emi Lo: Eu me movo bastante nas cenas mais enérgicas, o que às vezes faz com que eu me afaste do microfone acidentalmente.
Emi Lo: O maior desafio foi encontrar e manter os três modos distintos de Teoritta: deusa, modo de batalha e modo “gremlin”. Dawn M. Bennett: Com Kivia, descobrir suas dinâmicas, especialmente em cenas com seu tio, foi divertido. Ela é mais humilde e respeitosa nessas interações, mostrando um lado diferente de sua personalidade. Agradecemos a Emi Lo e Dawn M. Bennett por compartilharem suas experiências em “Sentenced to Be a Hero”, que está disponível na Crunchyroll.
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