Elvis Presley: O Rei do Rock e seu Amor por Monty Python

Horácio T

Elvis Presley e sua Paixão por Monty Python

Elvis Presley, um dos ícones mais eletrizantes da música e do cinema, sempre teve um lado surpreendente e divertido. Embora sua carreira tenha sido marcada por grandes sucessos, também enfrentou desafios, especialmente quando sua imagem começou a se distorcer sob a supervisão de seu gerente, o Coronel Tom Parker. Durante os anos 70, muitos fãs esperavam por performances de qualidade questionável, onde a energia vibrante de Elvis parecia ter diminuído. No entanto, havia uma faceta pouco conhecida de seu caráter que o tornava ainda mais fascinante.

Um Humor Único e Surpreendente

Apesar de sua reputação como um artista sério, Elvis tinha um talento especial para o humor. Quando os shows não saíam como esperado, ele contava com uma habilidade inusitada: o improviso. Embora não fosse um comediante nato, Presley conseguia soltar algumas tiradas engraçadas, geralmente às custas de sua banda ou do pessoal de palco. Essa faceta do Rei do Rock foi explorada em um álbum questionável, “Having Fun with Elvis on Stage”, que trazia comentários fora de contexto, mas que não conseguiam capturar a essência do que tornava suas piadas engraçadas.

O Fã de Monty Python

Uma das revelações mais intrigantes sobre Elvis é sua admiração pela trupe de comédia britânica Monty Python. Em uma entrevista de 2014 para a GQ, Eric Idle compartilhou que a namorada de Elvis, Linda Thompson, contou que ele levou o “Memphis Mafia” para assistir a “Monty Python and the Holy Grail” no cinema várias vezes. Michael Palin também recorda que Presley era fã dos Cavaleiros que Dizem Ni, e seu ex-segurança, Sam Thompson, revelou que Elvis frequentemente citava a famosa frase “It’s just a flesh wound”, após apresentações que não foram exatamente memoráveis.

Um Imaginário Engraçado

Idle ainda mencionou que Elvis costumava repetir trechos do “Monty Python’s Flying Circus” até mesmo na intimidade de seu quarto, como o icônico sketch “Nudge, Nudge”. Imaginar Elvis, com seu sotaque sulista, reproduzindo essas falas é, no mínimo, encantador. Muitos se perguntam como teria sido sua carreira se ele tivesse conseguido se desvincular de Parker e redescobrir seu potencial criativo. Com certeza, ele poderia ter se tornado um grande ícone do entretenimento, talvez até conquistando um papel em um filme do Monty Python.

Conclusão

Elvis Presley, além de seu talento musical indiscutível, tinha um senso de humor que o conectava a um universo inesperado de comédia. Sua admiração por Monty Python revela um lado divertido e humano do Rei do Rock, mostrando que, mesmo nas adversidades, ele nunca deixou de buscar a alegria e o riso. A história de Elvis é, portanto, não apenas sobre música, mas também sobre a capacidade de encontrar leveza em meio aos desafios da vida.

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Redator e apaixonado por cultura pop em geral.