É curioso notar que um escritor de ficção científica tenha críticas a fazer sobre a série de sucesso da Netflix, Black Mirror. Muitas das ideias apresentadas nos episódios, antes vistas como especulativas, já parecem bastante plausíveis na nossa realidade atual.
A série Black Mirror frequentemente reflete um mundo que poderíamos habitar em poucos anos. Com suas tramas, a série nos mostra conveniências tecnológicas e conexões sociais que, embora familiares, são inquietantes em sua essência.
O que antes parecia ficção científica hoje se encontra perigosamente próximo da nossa realidade. A série retrata não apenas inovações tecnológicas, mas também suas consequências sociais e morais.
Por exemplo, a ideia de controle social através de sistemas de pontuação pessoal já é uma realidade em algumas partes do mundo. Isso nos faz questionar até onde estamos dispostos a ir em nome do progresso.
Uma parte significativa da crítica à série vem do debate ético que ela provoca. Black Mirror nos força a refletir sobre:
Embora um escritor de ficção científica possa inicialmente parecer um crítico improvável de Black Mirror, a série levanta questões que são cada vez mais relevantes. Seu poder reside em mostrar um futuro que, embora assustador, é familiar. Nos faz perguntar se estamos preparados para enfrentar as consequências de um mundo onde a tecnologia dita as regras.
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