Para muitos, o gênero de filmes sobre amadurecimento já parece saturado. Contudo, o roteiro de Mike Scollins para o filme “Brian”, que estreou no SXSW, consegue se destacar com um humor autêntico e hilário. Conversamos com o diretor Will Ropp e os atores Ben Wang e William H. Macy para entender como esse filme consegue se sobressair e a dinâmica única que rolou no set.
Ben Wang vem se destacando ao escolher projetos de qualidade, independentemente de serem franquias ou não. Para ele, o mais importante é trabalhar em algo especial com pessoas igualmente dedicadas. “Eu sempre quis fazer coisas realmente boas com pessoas realmente boas”, comenta Ben. A colaboração com Will Ropp e o veterano William H. Macy foi um “tiro certeiro”, como ele mesmo descreve.
William H. Macy destaca a facilidade de trabalhar com Ben Wang, mesmo estando no set por apenas um dia. “Ben é um cara fácil de conhecer”, revela Macy, refletindo sobre como as cenas capturam bem a adolescência. Macy também fala sobre o equilíbrio entre a seriedade e o charme em seu papel, algo que ele conseguiu ao se deixar levar pelo carisma natural dos colegas de elenco.
Will Ropp, diretor do filme, revela que uma de suas metas era equilibrar o humor com momentos mais suaves e autênticos. “Foi importante garantir que estivéssemos sendo autênticos e honestos”, explica Ropp, elogiando a autenticidade de Ben Wang como ator, o que ajudou a alcançar esse equilíbrio.
Ben Wang e Will Ropp discutem como “Brian” trata de forma destemida temas como a saúde mental, sem centralizar a narrativa nisso. Para Wang, o filme é mais sobre autoaceitação do que sobre problemas de saúde mental específicos. “É uma história sobre crescer e se aceitar”, diz Ben, destacando que a narrativa não se prende a diagnósticos detalhados, mas sim à experiência universal de encontrar seu lugar no mundo.
Ropp compartilha suas aspirações para “Brian” dentro do gênero de comédias escolares, citando influências como “Clube dos Cinco” e “Superbad”. “Se o filme puder estar um centésimo próximo a esses clássicos, já fico feliz”, comenta ele.
Essa é a estreia de Ropp como diretor de um longa-metragem, e ele reflete sobre o que aprendeu em sua carreira como ator. Ropp fala sobre a curiosidade que desenvolveu nos sets e como isso o motivou a dirigir. “Comecei a sentir essa vontade de compreender as engrenagens de um filme”, diz ele. Ropp também destaca a importância de equilibrar sua perspectiva de ator com suas novas responsabilidades como diretor.
“Brian” se destaca como um filme de amadurecimento que combina humor e autenticidade de forma inovadora. Com atuações cativantes e uma abordagem respeitosa de temas complexos, como a saúde mental, o filme promete deixar sua marca no gênero. Sob a direção de Will Ropp e com um elenco talentoso, “Brian” é uma adição refrescante ao cânone das comédias adolescentes.
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