O surgimento da inteligência artificial agente trouxe novos desafios e questionamentos para as organizações. Entre eles, destaca-se a função dos bancos de dados vetoriais. Com a evolução dos modelos de linguagem para janelas de contexto com milhões de tokens, surgiu um debate sobre se a busca vetorial era apenas uma solução temporária. No entanto, evidências recentes indicam o contrário.
A Qdrant, uma empresa de busca vetorial open source baseada em Berlim, anunciou recentemente um financiamento de US$ 50 milhões em uma rodada Série B, dois anos após receber US$ 28 milhões na Série A. Este investimento não é apenas uma questão de sorte. A empresa também lançou a versão 1.17 de sua plataforma, reforçando a ideia de que o problema de recuperação de dados só se intensificou com o advento dos agentes. Segundo Andre Zayarni, CEO da Qdrant, “os agentes fazem centenas ou até milhares de consultas por segundo”. Isso muda radicalmente as exigências de infraestrutura, algo que as implantações da era RAG (Retriever Augmented Generation) não foram projetadas para suportar.
Os agentes operam com informações novas e em constante mudança, como dados corporativos proprietários e documentos que são atualizados continuamente. O gerenciamento de estado das sessões não é suficiente para garantir uma busca de alta qualidade. Ou seja, os frameworks de memória de IA, mesmo os que se posicionam como alternativas, ainda dependem de uma infraestrutura de recuperação robusta. Três modos de falha se destacam quando essa camada de recuperação não é projetada para o volume de carga. A falha em recuperar um resultado não é apenas uma questão de latência, mas um problema que afeta a qualidade das decisões. Além disso, sob carga de escrita, a relevância das buscas pode diminuir devido a dados recém-ingressados que ainda não foram otimizados.
A nova versão 1.17 da Qdrant traz soluções diretas para esses problemas. Entre as inovações, estão:
Com a proliferação do suporte a vetores como tipo de dado em praticamente todos os grandes bancos de dados, a questão agora é a qualidade da recuperação em escala de produção. Zayarni afirma que a Qdrant está construindo “uma camada de recuperação de informações para a era da IA”, diferenciando-se como um mecanismo de busca, não apenas um banco de dados. Para equipes que estão começando, a recomendação é utilizar o suporte vetorial já disponível em suas estruturas. A migração para uma recuperação específica só se justifica quando o aumento de escala torna isso inevitável.
Empresas como GlassDollar e &AI demonstram a importância de uma camada de recuperação robusta. A GlassDollar, por exemplo, migrou do Elasticsearch para a Qdrant e conseguiu reduzir custos de infraestrutura em cerca de 40%, além de aumentar o engajamento dos usuários em três vezes ao melhorar a precisão da busca. Já a &AI utiliza a tecnologia da Qdrant para minimizar o risco de “alucinações” ao realizar buscas semânticas em documentos de patentes. Para eles, a camada de recuperação é fundamental para garantir que os resultados sejam baseados em documentos reais.
O ponto de partida prático deve ser usar o suporte vetorial já presente em seu sistema. No entanto, existem três sinais claros de que é hora de considerar a migração:
Nesses casos, a avaliação deve se concentrar em questões operacionais, como a visibilidade do que está acontecendo em um cluster distribuído e o nível de desempenho que sua configuração atual pode oferecer frente ao aumento do volume de consultas.
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