Alan Ritchson conquistou o público com sua atuação em “Reacher”, e agora retorna em “War Machine”, dirigido por Patrick Hughes. Ritchson, com sua presença física marcante, enfrenta desafios impossíveis, criando um filme que, apesar de simples, oferece entretenimento puro.
No filme, acompanhamos o personagem de Ritchson, 81, em um treinamento árduo dos Rangers do Exército dos EUA. Durante as etapas finais, ele se depara com uma nova e aterrorizante ameaça. “War Machine” combina uma história emocional com grandes cenas de ação, tornando-o um filme divertido, mas que carece de profundidade.
Ritchson é o grande atrativo do filme. Ele carrega a produção tanto emocional quanto fisicamente. Sua capacidade de conectar-se com o público em cenas curtas torna sua missão mais significativa. As cenas de combate, onde ele se destaca, são críveis graças ao seu talento já comprovado em “Reacher”.
Infelizmente, o elenco de apoio, incluindo Dennis Quaid, Esai Morales e Jai Courtney, é subutilizado. A história foca tanto em 81 que os outros personagens se tornam esquecíveis.
“War Machine” apresenta uma reviravolta que transforma o filme de uma simples guerra para algo mais interessante. No entanto, mesmo com um toque de ficção científica, a história se parece muito com outras já vistas, como “Predador” e “Guerra dos Mundos”.
Os elementos emocionais, embora presentes, são rapidamente suprimidos por cenas de ação e explosões, tirando a profundidade que poderia ter sido explorada.
“War Machine” está disponível na Netflix e é um filme de ação direto e envolvente, mas que não deixa uma impressão duradoura. Ritchson brilha no papel principal, mas a falta de profundidade e a subutilização do elenco de apoio prejudicam o potencial total do filme.
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