Alan Ritchson Brilha em Novo Filme de Ação e Ficção Científica da Netflix
A estrela de “Reacher”, Alan Ritchson, está de volta às telas com um novo filme na Netflix chamado “War Machine“. Sob a direção de Patrick Hughes—conhecido por “Os Mercenários 3” e “Dupla Explosiva”—o filme se baseia em um roteiro co-escrito por Hughes e James Beaufort. Embora o título não seja dos mais empolgantes, especialmente considerando que já existe outro filme de mesmo nome estrelado por Brad Pitt, a produção surpreende positivamente.
Ritchson assume o papel de um candidato a Ranger do Exército, assombrado por seu passado, que lidera um grupo em uma missão de treinamento que rapidamente se transforma em algo muito mais perigoso. No enredo, revelado parcialmente no trailer, sua equipe se depara com uma grande máquina alienígena que aterrissou na Terra, ameaçando os que se aproximam.
Um Comparativo com “Predador”, mas com Novas Ideias
Embora “War Machine” não alcance o status icônico de “Predador”, ele apresenta uma narrativa sólida com início, meio e fim bem definidos, além de um arco de personagem compreensível. A fotografia em locação evita a sensação de um filme feito apenas com CGI, algo infelizmente comum em outras produções da plataforma, como “The Old Guard 2” e “Agente Stone”.
A obra homenageia o clássico de John McTiernan, com seus guerreiros enfrentando uma ameaça alienígena na floresta. No entanto, ela traz uma discussão atual: a crescente presença da inteligência artificial em nosso mundo. Sem estragar o final, o filme explora a resistência à dominação tecnológica, algo que ressoa ainda mais com eventos recentes, como o uso ilegal de IA pelo governo dos EUA contra o Irã.
Um Filme para os Amantes de Ação Clássica
Se você ultrapassar o tom patriótico inerente a uma história centrada em Rangers do Exército, “War Machine” oferece a experiência típica de um filme de ação que poderia facilmente ser exibido repetidas vezes nas tardes de domingo. Com uma avaliação de 3,2 no Letterboxd, é uma opção preferível a outros títulos mais criticados, como “Agente Stone”.
