Jogos da Semana: Assassinatos, Nostalgia e Heróis

Acelino Silva
Jogos da Semana: Assassinatos, Nostalgia e Heróis | Games

Neste retorno ao nosso quadro semanal, onde compartilhamos as experiências com os games que temos jogado, temos uma diversidade de aventuras para contar. Nesta semana, Kelsey encontra conforto em um jogo de assassinato, Connor revisita um clássico MMO coreano, Chris oferece mais reflexões sobre Marvel’s Wolverine, Bertie tenta concluir Big Walk, mas percebe que o objetivo não é alcançar o final, e Marie revisita Spyro, porque nunca é demais! E você, o que tem jogado ultimamente? Se não lembra o que jogou na semana passada, não se preocupe, o arquivo do “O que Estamos Jogando” está à disposição.

Hitman World of Assassination

Depois de semanas intensas, decidi relaxar com um dos meus jogos favoritos: Hitman World of Assassination. Não me pergunte por que vestir a pele do Agente 47 é reconfortante, pois nem eu sei explicar. Talvez seja a satisfação inexplicável de explorar lugares como Berlim, Dartmoor e Hokkaido, sempre à procura de novas oportunidades de eliminação – como aniquilar vilões corporativos com um pato de borracha explosivo e fingir total inocência. Parece que é exatamente essa a experiência que a IOI queria proporcionar. -Kelsey

Maplestory

geeklando.com.br Em preparação para o lançamento de MapleStory Classic World – uma ressurreição do MapleStory original dos tempos da minha infância – resolvi baixar e experimentar a versão moderna desse MMO coreano em 2D. Fiquei completamente perdido. O jogo realmente evoluiu na última década, como era de se esperar. É como voltar à sua cidade natal e perceber que o mundo continua a mudar, mesmo quando você não está lá para testemunhar. Admito que o aspecto social desses jogos me fascina, ver pessoas socializando, exibindo seus equipamentos reluzentes ou suas espadas gigantes. Basta uma breve aventura em Maplestory para me deixar ansioso pelo lançamento da versão Classic em outubro. Felizmente, parece que não há muitos outros lançamentos previstos para aquele mês, certo? -Connor

Marvel’s Wolverine

geeklando.com.br Esta semana foi dominada por Marvel’s Wolverine, então compartilho algumas reflexões além da nossa análise. Um ponto que se destacou foi o excesso de tutoriais, algo mencionado em outras resenhas desde que o embargo caiu. Não há dúvida de que isso pode ser irritante, uma espécie de infantilização que muitos críticos apontam. Em certos momentos, a quantidade de sinalizações excessivas beira o humor involuntário. Mas, sendo um pouco do contra, não acho que seja o maior problema do jogo. Wolverine é um jogo linear que não exige muito do cérebro – um verdadeiro passeio de montanha-russa, como Scorsese definiu os filmes da Marvel. Não considero esses filmes bons, e também não acho Marvel’s Wolverine particularmente bom (apesar de Wolverine em si ser adorável). Mas existem problemas muito mais sérios do que me permitir avançar pelas cidades sem a necessidade de pensar muito. -Chris

Big Walk

geeklando.com.br geeklando.com.br De volta ao jogo! A jornada do leitor da Eurogamer continua. Estou surpreso que conseguimos sustentar o interesse por tanto tempo, com uma pausa enquanto revi Dawnwalker e alguns ensaios conflitantes. Alguns dos jogadores originais não puderam comparecer, mas a maioria estava lá, incluindo um novato, o que foi ótimo. Tentamos chegar ao final de Big Walk, o que não conseguimos, culpo a interrupção da entrega da Asda. Mas, escrevendo isso agora, percebo que buscar um objetivo em um jogo como este é tolice. Big Walk trata de criar espaço e tempo para outras pessoas e experimentar coisas com elas. É um retiro secreto hippie, e lembro disso sempre que algo inesperado acontece. É se perder junto, escrever slogans bobos em placas sem razão aparente e não conseguir passar por uma porta porque você está carregando um quadro de avisos. É cair do trem e tentar pegar as pessoas enquanto elas saltam de volta, falhando repetidamente. Mas há prazer em conquistar, claro que há. Superar um quebra-cabeça de áudio e gestos após 30 minutos de preparação foi uma sensação incrível – parabéns, Dave! Assim como descobrir um cômodo inesperado em um sistema de túneis. Empurrar pela linha de chegada é contraditório ao que essa experiência representa. Na verdade, não quero que acabe. Se você quiser se juntar a nós, entre no Discord da Eurogamer e manifeste seu interesse. -Bertie

Spyro: Reignited Trilogy

Há poucos dias foi aniversário do Spyro – que melhor desculpa para revisitar um jogo que já joguei inúmeras vezes? Sou fã de quase tudo relacionado a Spyro, mas preciso admitir: nunca consegui dominar os níveis de voo, não importa quantas tentativas faça. Seja no original ou na Reignited Trilogy, não consigo acertar o timing para passar os níveis. Eles são a única coisa que me impede de completar 100% deste jogo. Será que conseguirei desta vez? Isso depende de quão paciente estou e de quantas vezes posso suportar vê-lo cair na água após errar o ângulo ao passar por um arco que dá impulso de tempo. -Marie

Conclusão

Nossas experiências de jogo desta semana foram tão variadas quanto envolventes, cada uma trazendo seus próprios desafios e prazeres. Seja revisitando clássicos ou explorando novos mundos, os jogos continuam a ser uma fonte inesgotável de entretenimento e reflexão. E você, tem alguma história de jogo para compartilhar? Não hesite em nos contar nos comentários ou em nossa comunidade!

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Sou um amante de séries, filmes, games, doramas, k-pop, animes e tudo relacionado a cultura pop, nerd e geek.